Fiat Toro BlackJack: Uma picape pra chamar de minha!

A Fiat mostrou no início da semana uma nova versão da Fiat Toro, a BlackJack. E o novo modelo mostra que a marca está, como sempre, atenta as tendências e gostos do consumidor. A versão Blackjack traz todos seus detalhes, tanto no interior como fora do veículo, em cores escuras e sem nenhum cromado. Confesso que eu já estoou apaixonado pelo carro, que sem dúvida entrou nos meus sonhos em quatro rodas.

O visual externo é dominado pelo tom grafite escuro aplicado em rodas (de liga leve e 17 polegadas), retrovisores externos, friso da grade dianteira e barras de teto. Para completar o tema “all black”, há uma faixa preta no capô e na tampa da caçamba e todos os emblemas foram escurecidos – até mesmo o vermelho do logotipo da marca Fiat foi trocado pelo preto, algo inédito desde que o logo atual foi implantado. A carroceria tem duas opções de preto: Shadow (sólido) e Carbon (metálico).

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No interior, o ponto alto é o revestimento exclusivo dos bancos, mesclando couro e tecido e com a inscrição Blackjack bordada nos encostos dianteiros. O nome da versão aparece também na moldura da central multimídia, cujo tom cinza claro, que se repete nas molduras das saídas de ar e dos alto-falantes, contrasta com o preto que predomina por toda a cabine.

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O Toro Blackjack é equipado com o motor 2.4 Tigershark MultiAir Flex de 186 cv e 24,9 kgfm, combinado ao câmbio automático de nove marchas, exclusivo no segmento. A lista de equipamentos é baseada na da versão Freedom 2.4 acrescida de itens importantes: ar-condicionado eletrônico dual zone, bancos com revestimento exclusivo, faróis de neblina, luzes diurnas (DRL) em LED, barras de teto longitudinais, descansa-braço traseiro, porta-objetos abaixo do banco do passageiro, tapetes de carpete e o pacote High Tech, formado por sensor de chuva, sensor crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico.

Outro destaque no conteúdo de série do Fiat Toro Blackjack é o kit Audio da linha Mopar Custom Shop, com central multimídia com tela de toque de 6,2 polegadas, que inclui rádio, DVD player, TV digital, navegador GPS, conexões USB e Bluetooth, câmera de ré e interação com os comandos no volante.

Como bom fã de Star Wars, não tem como não associar a Blackjack com o Darth Vader e seu visual “do mal”. Talvez seja por isso que esta versão me fisgou. O ponto negativo da Toro Blackjack, assim como de todo o carro a venda no Brasil, é o seu preço, que parte de R$ 112.990.

 

Toro Rosso no centro do mercado de pilotos e equipes da F1 para 2018

A atual temporada da Fórmula 1 chegou naquela fase em que as atenções se dividem pela disputa do título e o mercado de pilotos e equipes para o campeonato de 2018. Se no primeiro caso os protagonistas são Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, em relação as parcerias que se formarão para o próximo ano, a equipe Toro Rosso aparece como protagonista.

A ex-Minardi está no centro da discussões que envolvem o futuro da Honda dentro da Fórmula 1. Com a McLaren doida para se livrar da parceria com os japoneses resta saber qual seria a fornecedora de motor disposta a ceder suas unidades de potência para o time inglês. A única que se mostrou interessada na missão foi a Renault, mas que já avisou que não como atender uma quarta equipe dentro do campeonato (Ela fornece motores para a sua equipe, Red Bull e Toro Rosso) . Aí entra o segundo time da Red Bull que, numa manobra que envolve a própria Renault e a Liberty Media (dona da Fórmula 1 no momento), teria que aceitar os motores da Honda, deixando os propulsores franceses disponiveis para a McLaren. Isso acontecendo, é dada como certa a permanência do espanhol Fernando Alonso na equipe de Woking.

Para a Toro Rosso, a mudança abre uma dúvida em relação ao desempenho dos motores japoneses mas em contrapartida faz que com que o time mude seu status de equipe cliente, aquela que paga para ter os motores, para uma equipe oficial de fábrica, onde passa a existir uma parceria entre o time e o fabricante de motor.

Carlos Sainz pode deixar a Toro Rosso e ir para a Renault

Mas o time italo-austríaco também determina as cartas no mercado de pilotos. Com poucas mudanças nos times de ponta, está todo mundo de olho nos descontentamento do espanhol Carlos Sainz com o time e a vontade de buscar novos ares. Constantemente ligado a Renault, o espanhol é mais uma vez um nome forte a vaga que hoje é de Jolyon Palmer na escuderia francesa. O Outro piloto da Toro Rosso, o russo Daniil Kviat, não está confirmado para o próximo ano, o que deixaria o time com as duas vagas em aberto para o ano que vem.

Pierre Gasly pode ser a novidade na Toro Rosso em 2018

Como o time tem a tradição de apostar em novos talentos, surge como favorito a uma das vagas o francês Pierre Gasly, campeão da GP2 em 2016. Se a parceria com a Honda se confirmar, o japonês Nobuharu Matsushita deve aparecer como segundo piloto do time.

Ferrari
Sebastian Vettel (confirmado)
Kimi Raikkonen (confirmado)

Mercedes
Lewis Hamilton (confirmado)
Valtteri Bottas (confirmado)

Red Bull
Daniel Ricciardo (confirmado)
Max Verstappen (confirmado)

Renault
Nico Hulkenberg (confirmado)
indefinido

Williams
Lance Stroll (confirmado)
indefinido (Felipe Massa, Sérgio Perez)

Haas
Romain Grosjean (confirmado)
Kevin Magnussen (confirmado)

McLaren
Stoffel Vandoorne (confirmado)
indefinido (Fernando Alonso)

Toro Rosso
indefinido (Carlos Sainz)
indefinido (Daniil Kviat, Pierre Gasly, Nobuharu Matsuhita)

Force India
Esteban Ocon (confirmado)
indefinido (Sérgio Perez, Pascal Wehrlein)

Sauber
indefinido (Marcus Ericsson)
indefinido (Charles Leclerc, Pascoal Wehrlein)

E o polonês Robert Kubica? Depois dos testes com a equipe Renault na pista de Hungaroring após o GP da Hungria, os rumores sobre sua ida ao time francês esfriaram sem explicação. Jolyon Palmer, que podia perder a vaga de titular para Kubica, voltou das férias da F1 com um desempenho melhor do que vinham mostrado até então e parece ter garantido seu lugar até o final do campeonato. E acredito que as chances de Kubica arrumar um lugar na F1 estão restritas a esta temporada. Se ele não assumir o lugar de Palmer ainda em 2017 e mostrar que pode acompanhar o ritmo de Nico Hulkenberg, o simpático polonês não terá outra chance na categoria.

O HALO colocado em carros antigos da Fórmula 1

O campeonato 2017 da Fórmula 1 está pegando fogo com a disputa entra a Ferrari de Sebastian Vettel e a Mercedes de Lewis Hamilton, mas já existe uma polêmica para a temporada do ano que vem! É a introdução do dispositivo de segurança HALO de forma obrigatória nos carros da categoria a partir de 2018.

O HALO será usado na F1 a partir do ano que vem

Feio e atrapalha a visão, são as principais queixas dos torcedores e especialistas da F1. Mas trata-se de uma evolução na questão de segurança da cabeça dos pilotos, expostas como acontece em todo carro de Fórmula.

Mas e se o HALO fosse utilizado na F1 desde o seu passado? Para por mais lenha na fogueira, o designer Mario Muth fez uma interpetação de como teria sido esse passado fictício, instalado o dispositivo em carros históricos da categoria. Dêem uma olhada.

Uma flecha de prata clássica

 

A Lotus de Jim Clark

A Lotus 72D do primeiro título do Emerson Fittipaldi

A McLaren MP4/4 do primeiro título de Ayrton Senna

 

Fonte: WTF1

 

Brasil sem pilotos na F-Indy em 2018?

Pois é pessoal, a coisa está feia para nós brasileiros, acostumados a ter pilotos do nosso país disputando o título nas principais categorias do automobilismo mundial. Depois de quase ficarmos sem representantes na F-1, agora isso pode acontecer também na Fórmula Indy!

Os brasileiros Hélio Castroneves e Tony Kanaan podem não estar presentes na temporada 2018 da Fórmula Indy. Sim, os dois veteranos, grandes nomes da comeptição norte-americana, podem ficar de fora da competição, fazendo apenas aparições especiais, como na 500 Milhas de Indianapolis.

Castroneves comemora sua vitória na prova de Iowa.

Hélio Castroneves tem seu nome ligado ao programa de Endurance da equipe Penske, em conjunto com a Honda. Helinho, ao lado do colombiano Juan Pablo Montoya capitanearam a esquadra de Roger Penske com o chassi Oreca e motores japoneses sobre a marca Acura (divisão de luxo da Honda nos Estados Unidos) que disputará o IMSA WeatherTech SportsCar Championship em 2018. A confirmação da saída de Helinho depende dos patrocinadores da Penske na Indy, que não gostaram nada desses rumores envolvendo o brasileiro três vezes vencedor em Indianapolis.

Kanaan em sua única vitória na Ganassi, em Fontana´2014

Já Tony Kanaan tem sua vaga ameaçada na equipe Chip Ganassi. Atuando pela equipe, uma das principais da Indy, desde 2014, Tony venceu uma vez apenas (Fontana /2014) e teve como melhor classificação no campeonato o 7º lugar (2014 e 2016). Já seu companheiro de equipe, o neozelandês Scott Dixon, obteve 8 vitórias e conquistou dois campeonatos dos cinco que possui neste período em que dividiu o time com Kanaan.

A ameaça a vaga de Tony é o sueco Felix Rosenqvist, de 25 anos. Piloto da Mercedes no DTM, Rosenqvist foi um dos surpreendidos pelo anúncio da saída da montadora alemã da competição para o ano que vem. Ele participou dos testes de novatos da Indy em Mid-Ohio pela Chip Ganassi em Mid-Ohio, na semana passada e foi muito elogiado pelo time, que chegou a falar que ele estava pronto para a categoria e que o trabalho desenvolvido por ele ajudaria muito Scott Dixon na prova desta semana na mesma pista.

Ronseqvist ao lado de Mike Hull, diretor técnico da Ganassi.

A bagagem de Felix também impressiona. De Fórmula 3 venceu duas vezes a tradicional prova de Macau e também duas vezes o Masters da categoria, além de se sagrar campeão Europeu em 2015. Nem mesmo os circuitos ovais serão uma novidade para ele, já que disputou 10 provas da Indy Lights em 2016, com três vitórias em circuitos mistos. Basta ao sueco conciliar sua partipação na Fórmula E (os carros elétricos, onde ele corre pela equipe Mahindra) com uma possível mudança para a Indy.

Leist na vitória em Indianapolis.

A boa notícia para nós é que a ausência de pilotos brasileiros pode ser curta. O gaúcho Matheus Leist vem fazendo bonito na categoria de acesso, a Indy Light. Até o momento foram três vitórias, uma delas na preliminar das 500 Milhas de Indianapolis, no traçado oval do lendário circuito, e a segunda colocação momentânea na tabela de pontos. A mudança para a Indy pode até ocorrer no ano que vem, mas é tida como certa para 2019.

Sem ninguém na Indy e na F-1
Graças a aposentadoria de Nico Rosberg, que movimentou as cadeiras e possibilitou que Felipe Massa desistisse da aposentadoria para seguir na Williams em 2017, seguimos com um futuro sombrio na F-1 para o próximo ano. Apesar de Massa falar que estaria disposto a permanecer em atividade por mais um ano, existem rumores que o time inglês estaria em conversas com o mexicano Sérgio Perez para 2018. Nada contente na Force India pela concorrência interna do francês Esteban Ocon, “Checo” quer buscar novos ares. Até mesmo Jenson Button, que tem dito que gostaria de se aposentar oficialmente da F-1 pela Williams, equipe por onde estreou no ano 2000, pode ser uma ameaça a vaga do brasileiro.

E ao contrário dos Estados Unidos, não temos nenhum representante prestes a desembarcar na categoria. O único representante brasileiro na GP2, o mineiro Sérgio Sette Câmara, vem fazendo uma temporada de estréia discreta até o momento e não tem seu nome cogitado por nenhuma equipe da Fórmula 1.

O que será que o futuro reserva para nós brasileiros?

Até que enfim, vitória!

Depois de quatro segundos lugares e dois terceiros, a vitória veio no campeonato Experience Truck Series, promovido pela Liga Web Virtual Racing. O palco da conquista foi no circuito oval de Phoenix na última quinta-feira (18/05) .

Com o resultado passei a liderar o campeonato restando duas etapas. A próxima corrida é nesta quinta no pequeno circuito oval de Lanier.

Confiram como foi essa minha primeira conquista na Web Virtual Racing.

 

Mais um 2º lugar pra conta!

 

Quem me conhece sabe que curto automobilismo virtual e participo de algumas competições. Pra quem não sabe, o automobilismo virtual é a disputa online de corridas usando simuladores de corridas, respeitando regras e condições do automobilismo real.

Nesta temporada (que no AV significado um campeonato de até 4 meses) estou participando, entre outras ligas, da Web Virtual Racing, uma liga nova que utiliza o simulador iRacing como base de suas disputas. Estou correndo na categoria Experience Truck Series, que utiliza as antigas trucks da Nascar num calendário com 10 etapas, sempre realizado as quintas feiras.

A última corrida foi realizada no dia 4 de maio e válida pela 6ª etapa do torneio. Corremos na pista de Thompson, um oval bem curto dos Estados Unidos. Ainda não foi desta fez que cheguei a vitória, mas fui o 2º colocado (pela 3ª vez) e ocupo também a segunda colocação na tabela de pontos.

Quer assistir a corrida? Sim, temos transmissão ao vivo pelo Youtube e dá pra acompanhar o VT abaixo. Vou deixar também algumas informações sobre a liga para quem se interessar em participar.

Liga Web Virtual Racing – site: http://www.webvirtualracing.com.br/

Simulador iRacing: http://www.iracing.com

Ah, na próxima quinta feira teremos a 7ª etapa, no oval da Charlotte, a partir das 22h.

Meu canal no Youtube!

E aí pessoal, beleza? Nunca tinha falado disso aqui no blog antes, mas eu estou com um canal no Youtube e vou deixar aqui com vocês o último vídeo postado.

A idéia do canal é ter vídeos sobre games de corridas e outros títulos que eu goste. Sim, vocês podem me considerar velho mas eu curto (e muito) videogame! kkkkkk

E por favor se inscrevam no canal, deixem seu joinha e seus comentários.

Wehrlein na Sauber e Bottas já fez banco na Mercedes.

Wehrlein
Wehrlein confirmado na Sauber. Foto: Manor

A F1 começou 2017 com duas notícias que mostram que que está quase tudo definido entre os pilotos que participarão da temporada que começará no dia 26 de março na Austrália. Uma delas é oficial. A Sauber anunciou a contratação do alemão Pascal Wehrlein para ser companheiro de equipe de Marcus Ericsson.

Assim, a briga na Mercedes pela vaga deixada por Nico Rosberg, que tinha Wehrlein e Valteri Bottas como favoritos, ficou totalmente a favor do finlandês. Empresariado por Toto Wolff, Botas é a opção mais óbvia para a escuderia. E existem rumores que ele já visitou a sede do time, tendo inclusive feito o molde para o banco do carro prateado de 2017. Ou seja, em pouco dias teremos a confirmação de sua chegada à Mercedes.

E essas duas notícias influenciaram a vida dos brasileiros. Com a saída de Bottas da Williams, Felipe Massa é dado como certo no time inglês. O brasileiro reconsideraria sua aposentadoria para a ajudar o time e o novo piloto Lance Stroll, de apenas 18 anos.

Já para Felipe Nasr, a situação complicou um pouco. Sem lugar na Sauber, resta ao brasileiro lutar por uma das duas vagas da equipe Manor, que ainda não definiu seus pilotos, ou uma improvável chance na Williams, caso a escuderia inglesa não consiga mover Massa da ideía da aposentadoria.

 

Feliz 2017!

Muito bem, mais um ano começando. Que este 2017 seja mais leve que o ano que passou, mas olhando nos post aqui do blog, percebo que essa coisa de reclamar do ano vigente está se tornando rotineira. Vamos ver o que os próximos 365 dias vão nos trazer.

O que passou
Fazendo um balanço de 2016, foi um ano de muitas mudanças. Como disse no post anterior, existia a possibilidade de passar a morar sozinho, uma novidade para mim  aos 41 anos. E isso aconteceu em maio do ano passado. Uma casa pequena (quarto sala cozinha) mas com cômodos amplos se tornou a “minha caverna”. Longe de ser perfeita, ela me ajudou a definir o próximo passo, que é de procurar uma estabilidade financeira que me permita sonhar com meu próprio canto, mas aí vamos entrar na parte dos desejos de ano novo.

A situação financeira ganhou uma alívio que possibilitou colocar algumas coisas em ordem, como voltar a ter um carro. Sim!!!!Depois de três anos a pé, 2016 voltei a ter um automóvel, um Agile 2010. Como podem ver, foram pequenos passos, mas passos para frente pelo menos.

Houveram contratempos? Claro que eles existiram, um deles por exemplo foi a saída do meu antigo emprego. Sou grato por tudo que aprendi por lá, mas me impressionou como as relações hoje se desgatam rápido. Eu era um dos que estranhava essa rapidez em que os mais jovens mudavam de emprego e agora posso entender a razão. A relação de trabalho se desgasta rapidamente, entre os dois lados, e o rompimento ocorre naturalmente. Foi o que houve comigo.

Mas o reconhecimento do bom trabalho feito por lá é que hoje atendo a um dos antigos clientes desse lugar que trocou de agência e gostaria de voltar a ter os meus serviços. Com isso, hoje trabalho em casa, o que é um conforto em se tratando de São Paulo e seu trânsito infernal, sem contar com o tempo que hoje tenho para outros projetos.

Bom pessoal, acho que vou escrever outro post sobre os planos para 2017, pois este post já virou um textão. A todos, um Feliz Ano Novo!