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Feliz 2017!

Muito bem, mais um ano começando. Que este 2017 seja mais leve que o ano que passou, mas olhando nos post aqui do blog, percebo que essa coisa de reclamar do ano vigente está se tornando rotineira. Vamos ver o que os próximos 365 dias vão nos trazer.

O que passou
Fazendo um balanço de 2016, foi um ano de muitas mudanças. Como disse no post anterior, existia a possibilidade de passar a morar sozinho, uma novidade para mim  aos 41 anos. E isso aconteceu em maio do ano passado. Uma casa pequena (quarto sala cozinha) mas com cômodos amplos se tornou a “minha caverna”. Longe de ser perfeita, ela me ajudou a definir o próximo passo, que é de procurar uma estabilidade financeira que me permita sonhar com meu próprio canto, mas aí vamos entrar na parte dos desejos de ano novo.

A situação financeira ganhou uma alívio que possibilitou colocar algumas coisas em ordem, como voltar a ter um carro. Sim!!!!Depois de três anos a pé, 2016 voltei a ter um automóvel, um Agile 2010. Como podem ver, foram pequenos passos, mas passos para frente pelo menos.

Houveram contratempos? Claro que eles existiram, um deles por exemplo foi a saída do meu antigo emprego. Sou grato por tudo que aprendi por lá, mas me impressionou como as relações hoje se desgatam rápido. Eu era um dos que estranhava essa rapidez em que os mais jovens mudavam de emprego e agora posso entender a razão. A relação de trabalho se desgasta rapidamente, entre os dois lados, e o rompimento ocorre naturalmente. Foi o que houve comigo.

Mas o reconhecimento do bom trabalho feito por lá é que hoje atendo a um dos antigos clientes desse lugar que trocou de agência e gostaria de voltar a ter os meus serviços. Com isso, hoje trabalho em casa, o que é um conforto em se tratando de São Paulo e seu trânsito infernal, sem contar com o tempo que hoje tenho para outros projetos.

Bom pessoal, acho que vou escrever outro post sobre os planos para 2017, pois este post já virou um textão. A todos, um Feliz Ano Novo!

 

 

Chegando a hora de morar sozinho

morar_sozinhoPois é, aos 40 anos estou me aproximando de fazer algo novo na minha vida: morar sozinho. Isso mesmo, nunca fiz isso antes. Morei com meus pais, saí quando casei e voltei quando me separei. Mas voltar para casa da minha mãe (o que aconteceu pela condição financeira) só serviu para mostrar que preciso do meu canto.

Bem ou mal tive minha casa enquanto estive casado e sinto falta de fazer as coisas do meu jeito, a minha arrumação (ou bagunça, como queiram) e outras coisas. O lado ruim de toda essa história é fazer isso sem dinheiro. Vou ter que alugar uma casa e garantir um minímo de conforto com o mínimo de grana. Afinal, como todo pai separado já tenho que pagar pensão e colocar um aluguel nesse orçamento apertado vai exigir alguns malabarismos.

Não poderá ser um um lugar qualquer, pois há cada 15 dias o Nicolas vem ficar comigo. Enfim, já perceberam que não será uma tarefa fácil, mas vou relatando o desenrolar dessa missão aqui para vocês.

Mexendo nas velharias – 2

Continuando a fuçar nas coisas antigas, achei alguns exemplares da revista Acelera, publicação digital q fiz por um tempo. Usava a experiência adquirida nas passagens por Racing e Race Track, e gostava muito de produzir a “Acelera”. A fazia praticamente de “cabo a rabo”, definia matérias, diagramava, escrevia e colocava as revistas no ar através de alguns publicadores digitais. O serviço que usei em todas as revistas, o MyEbook, acabou mudando suas diretrizes e deletando o conteúdo que estava lá, mas achei algumas edições em outro serviço que usava como backup. Tinha um pouco de tudo: F1, F-Indy, Stock, Truck, Kart e até automobilismo virtual. E tive o prazer e o privilégio de ter entre os colaboradores o Américo Teixeira Júnior.

Bons tempos (rs)

Edição 0

Edição 1

Edição 2

Edição 4

Mexendo nas velharias

Quem me conhece sabe que sou viciado em internet. As possibilidades oferecidas pela rede mundial de computadores (lembrou do Jornal Nacional, né?) são infinitas e para quem gosta de produzir conteúdo, ela é um prato cheio. Acho que já experimentei de tudo um pouco, só não tive nenhuma experiência com podcast. Site, revista digital e vídeos já estiveram na pauta do dia.

E fuçando na internet achei minha primeira tentativa de fazer algo em vídeo, o Acelera TV, um braço da revista Acelera que eu tinha. Acabou sendo o projeto de um episódio só, no qual mostrei os bastidores da F-Indy no Brasil em 2011. Na época apanhei muito para editar o vídeo, e esse fator somado ao resultado meio tosco para o meu gosto, acabaram me desmotivando um pouco. Vamos dar umas risadas? Aperta o play!